Geo&arte

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"As cidades são como as estrelas; É preciso amá-las para entendê-las" (Flávio Villaça)

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Caminhando contra o vento
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou...

Geografia: 3º Ano



Formação do Aquífero Guaraní




RECURSOS MINERAIS DO BRASIL
O Brasil é um país privilegiado e recursos minerais. Alguns são abundantes (minério de ferro, manganês e bauxita); outros são mais escassos (cobre, prata, urânio e chumbo).
No conjunto, dispõe de uma grande variedade e quantidade de minerais, mas o aproveitamento desses recursos é prejudicado pela falta de conhecimento das nossas reservas e de capital para a sua exportação, o que explica a participação de empresas estrangeiras no país.
Recursos minerais no país: Grandes problemas afetam o setor mineral brasileiro. Entre eles podemos destacar a falta de conhecimento de nosso subsolo, as sucessivas crises econômicas mundiais que diminuem a demanda no mercado internacional e a necessidade de investimentos estrangeiros no setor.
A maior companhia mineradora que atua no Brasil é a VALE (antiga Companhia Vale do Rio Doce), fundada em 1942 e privatizada em 1997. A companhia tem empreendimentos em exploração de minério de ferro, manganês, alumínio, ouro, cobre, dentre outros minérios. Ela também está presente em outros setores: energia, transportes (ferroviário e rodoviário), além de atuar em outros países.

MINERAIS METÁLICOS
Minério de Ferro
Os principais produtores de ferro são: China, Brasil, Austrália, Índia e Rússia.
O minério de ferro está entre os cinco principais itens exportados pelo Brasil, além de possuir grande importância econômica mundial, porque é a matéria-prima básica do aço, utilizado em indústrias, edifícios, pontes, aeroportos, estádios, shoppings etc.
Os estados de Minas Gerais (Quadrilátero Ferrífero) e Pará (serra do Carajás) possuem as maiores reservas.
Minério de Manganês
Assim como o ferro, o manganês é fundamental para a indústria siderúrgica. Os principais produtores são a África do Sul, China, Austrália, Gabão e Brasil.
Nos anos de 1960, o estado do Amapá respondeu por 80% da produção de manganês do Brasil (serra do Navio).
Bauxita (minério de Alumínio)
O Brasil encontra-se entre os maiores produtores (3º) e as maiores reservas mundiais de bauxita (3º). O maior produtor é a Austrália e as maiores reservas estão em Guiné).
Da bauxita é extraído o alumínio, metal muito importante para fabricação de carros, aviões, portas, panelas etc, além de ser um grande condutor de eletricidade e anticorrosivo.
A principal jazida encontra-se no vale do rio Trombetas, afluente do rio Amazonas, no estado do Pará.
Ouro
A busca desse recurso mineral foi um dos fundamentos da economia mercantilista colonial brasileira entre os séculos XVII e XVIII). Durante o ciclo da mineração ou do ouro, o Brasil foi o maior produtor mundial. Com a decadência dessa atividade, a produção só voltou a crescer depois de 1980 e com a exploração do garimpos.
Os principais produtores mundiais são China, África do Sul, Austrália e Estados Unidos. O Brasil coloca-se em 13º lugar, com 2,3% da produção mundial. Minas Gerais concentra 48% das reservas de ouro, seguido pelo Pará com 36%.

MINERAIS NÃO METÁLICOS
Assim são chamados os minerais cujo principal componente não é um metal. Têm diversas utilizações e aplicações, como material de construção (calcário) e na alimentação (sal de cozinha e água).
No Brasil, os principais recursos minerais não metálicos são: caulim, calcário, fosfato e sal de cozinha. O Brasil é o sexto produtor mundial de caulim (estados do Pará, Amazonas e Amapá), usado nas indústrias de porcelana, cerâmica, papel, borracha, fertilizantes e plásticos.
O calcário é uma rocha sedimentar constituída por carbono e cálcio. É usado na fabricação de cimento, cal e vidro.

FONTE: Fronteiras da Globalização. ALMEIDA, Lúcia de. São Paulo: Ática, 2010.
EXERCÍCIOS:

1.       Uma nação mineralmente privilegiada é sinal de satisfação das necessidades básicas de sua população? Justifique sua resposta.
2.       Pesquise quais os recursos minerais encontrados no RS e sua utilização econômica.
3.       Leia:

“O consumo mundial de minerais continuará a aumentar devido à grande demanda de matérias-primas pelos países em desenvolvimento. Os países em desenvolvimento argumentam que as nações industrializadas, agora sensíveis para as questões ambientais, são aquelas  que, historicamente, mais poluíram durante seu próprio desenvolvimento.” (Frank Press, PARA ENTENDER A TERRA)

a)       Relacione as informações do texto ao Brasil.
b)       Comente, utilizando três exemplos, a utilidade de minerais para a vida humana.
c)       Você concorda com o texto quando se refere à poluição produzida pelos países  industrializados? Justifique sua resposta.

Atividade para as turmas 31 C, D e G

A PRIMEIRA MACROMETRÓPOLE DO HEMISFÉRIO SUL

A mancha urbana cresceu a ponto de emendar São Paulo a Campinas, uniu 65 municípios e hoje abriga 12% da população brasileira.

1722: o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva deixou a cidade de São Paulo com uma tropa de 152 homens armados, 2 religiosos e 39 cavalos. Por cinco dias, embrenhou-se na mata fechada até achar um lugarejo que se tornou ponto estratégico para tropeiros ávidos em chegar ao sertão das minas de ouro de Goiás e Mato Grosso. Essa parada, 23 anos depois, foi batizada de Campinas. Hoje o antigo “Caminho dos Goiases”, a trilha de 102 km aberta pelos bandeirantes, tornou-se uma coisa só: a primeira macrometrópole do hemisfério Sul, uma mancha urbana de 22 milhões de habitantes.
São 300 mil veículos que circulam todo dia pelo complexo rodoviário mais movimentado de São Paulo, as rodovias Anhanguera e Bandeirantes. No entremeio fica o parque industrial mais rico do país, que corresponde por 65,3% do PIB ou 22,1% do nacional, uma economia de 475 Bilhões de reais.
Entre os dois aglomerados urbanos não há mais que meros 14 km entre os bairros com o mínimo de 72 moradias, conceito mundial para definir uma macrometrópole, a junção de duas regiões metropolitanas.
Os 65 municípios localizados às margens ou bem próximos das duas rodovias são ligados. Em cada grupo de 100 brasileiros, 12 moram nessa mancha. Sua extensão abriga mais gente do que países como Chile, Bélgica e Holanda.
A formação da macrometrópole só foi possível graças a uma série de progressos da engenharia moderna. No início do século XX surgiu a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, cujos trens foram responsáveis pelo escoamento do café produzido em fazendas do interior. Como em todo Estado, a riqueza cafeeira forjou a urbanização no entorno. No fim da década de 1940, a via Anhanguera, ainda de terra, firmava-se como importante corredor comercial, mas só ligava São Paulo a Jundiaí. Nos anos de 1960, veio o inevitável asfaltamento da rodovia, que reduziu em uma hora o percurso. Na década seguinte, indústrias da capital e multinacionais decidiram abrir sedes e galpões ao longo da estrada – um pouco para fugir dos caros aluguéis, outro tanto pelo surgimento de um mercado em franca expansão, a rica região do Oeste paulista.
Com mais empregos, aumentou o fluxo migratório da classe média para as cidades menores do interior. Proliferaram os condomínios fechados, erguidos sobre terrenos de baixo custo, ao longo de estradas vicinais. Esse processo foi reduzindo a distância física entre os municípios, e acentuou-se ainda mais com a conclusão da rodovia dos Bandeirantes em 1978. A estrada expressa, considerada a melhor do país, intensificou o fluxo do transporte de cargas e de pessoas, condizente com a nova dimensão econômica de São Paulo e Campinas. A partir da segunda metade dos anos 1980, a pujança virou imã para uma classe média operária, migrantes nordestinos e desempregados da capital. Terrenos públicos ao longo da rodovia foram invadidos, na periferia das cidades menores. Formaram-se bairros com ruas em chão de terra, alguns que começam em um município e terminam em outro.
Se as obras viárias permitem que a mancha urbana se torne uma macrometrópole, as cidades ainda padecem de falta de planejamento e de soluções eficientes para problemas urbanas. São municípios ligados, mas não conectados.
ZANCHETTA, Diego. Megacidades – Grandes Reportagens. O Estado de São Paulo, 2008.

  1. Determine o papel da indústria e da dispersão industrial na formação da macrometrópole.
  2. Identifique dois problemas ambientais em uma macrometrópole.



EXERCÍCIOS: A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA

1. (ENEM) Após a independência, integramo-nos como exportadores de produtos primários à divisão internacional do trabalho, estruturada ao redor da Grã-Bretanha. O Brasil especializou-se na produção, com braço escravo importado da África, de plantas tropicais para a Europa e a América do Norte.
Isso atrasou o desenvolvimento de nossa economia por pelo menos uns oitenta anos. Éramos um país essencialmente agrícola e tecnicamente atrasado por depender de produtores cativos. Não se poderia confiar a trabalhadores forçados outros instrumentos de produção que os mais toscos e baratos.
O atraso econômico forçou o Brasil a se voltar para fora. Era do exterior que vinham os bens de consumo que fundamentavam um padrão de vida "civilizado", marca que distinguia as classes cultas e "naturalmente" dominantes do povaréu primitivo e miserável. [...] E de fora vinham também os capitais que permitiam iniciar a construção de uma infraestrutura de serviços urbanos, de energia, transportes e comunicações.
Levando-se em consideração as afirmações acima, relativas à estrutura econômica do Brasil por ocasião da independência política (1822), é correto afirmar que o país:
a) se industrializou rapidamente devido ao desenvolvimento alcançado no período colonial.
b) extinguiu a produção colonial baseada na escravidão e fundamentou a produção no trabalho livre.
c) se tornou dependente da economia europeia por realizar tardiamente sua industrialização em relação a outros países.
d) se tornou dependente do capital estrangeiro, que foi introduzido no país sem trazer ganhos para a infraestrutura de serviços urbanos.
e) teve sua industrialização estimulada pela Grã-Bretanha, que investiu capitais em vários setores produtivos.

2. (ENEM) Quanto mais desenvolvida é uma nação, mais lixo cada um de seus habitantes produz. Além de o progresso elevar o volume de lixo, ele também modifica a qualidade do material despejado. Quando a sociedade progride, ela troca a televisão, o computador, compra mais brinquedos e aparelhos eletrônicos. Calcula-se que 700 milhões de aparelhos celulares já foram jogados fora em todo o mundo. O novo lixo contém mais mercúrio, chumbo, alumínio e bário. Abandonado nos lixões, esse material se deteriora e vaza. As substâncias liberadas infiltram-se no solo e podem chegar aos lençóis freáticos ou a rios próximos, espalhando-se pela água.
A respeito da produção de lixo e de sua relação com o ambiente, é correto afirmar que:
a) as substâncias químicas encontradas no lixo levam, frequentemente, ao aumento da diversidade de espécies e, portanto, ao aumento da produtividade agrícola do solo.
b) o tipo e a quantidade de lixo produzido pela sociedade independem de políticas de educação que proponham mudanças no padrão de consumo.
c) a produção de lixo é inversamente proporcional ao nível de desenvolvimento econômico das sociedades.
d) o desenvolvimento sustentável requer controle e monitoramento dos efeitos do lixo sobre espécies existentes em cursos d'água, solo e vegetação.
e) o desenvolvimento tecnológico tem elevado a criação de produtos descartáveis, o que evita a geração de lixo e resíduos químicos.

3. (PUC-PR) Refletindo sobre a dinâmica que marcou as etapas da industrialização brasileira, leia as afirmativas abaixo, assinalando V para verdadeiro e F para falso.
(   ) Ainda sob o governo de Getúlio Vargas, o Estado brasileiro assumiu um importante papel na industrialização brasileira, ao criar as companhias estatais de infraestrutura e as indústrias pesadas necessárias ao nosso desenvolvimento.
( ) Juscelino Kubistcheck redirecionou o modelo industrial brasileiro durante seu governo ao abrir o país para a entrada das indústrias leves multinacionais, como por exemplo no setor automobilístico.
(  ) Durante o regime militar, o projeto de desenvolvimento econômico brasileiro voltou a apoiar-se majoritariamente na iniciativa privada e nacional. A prioridade dos militares era evitar o endividamento externo e direcionar investimentos à educação e à saúde.
(  ) A partir dos anos 1990, o Brasil passou a seguir fielmente os fundamentos do neoliberalismo, e assim promoveu a diminuição da participação do Estado nas atividades econômicas e industriais brasileiras, através de um amplo programa de privatizações no setor infraestrutural e de indústrias de base.
(  ) Atualmente, as multinacionais controlam a maioria do mercado no setor das indústrias leves; já no setor dos bens de produção ainda é vetada qualquer participação da iniciativa privada.
A sequência correta é:
a) F - F - V- F - V
b) F – F – V - V- V
c) V- V- F - F- V
d) F - V – V - V- F
e) V – V – F – V - F

  4. Sobre a tendência atual da distribuição da atividade industrial brasileira, pode-se dizer  que:
a) as novas empresas industriais que estão sendo instaladas tendem a se concentrar no eixo São Paulo-Rio de Janeiro.
b) a disponibilidade de energia e de mão de obra barata no Nordeste tem provocado a transferência de muitas indústrias do Sudeste para o Nordeste.
c) as matérias-primas de origem animal e a implantação de zonas de livre comércio são fatores locacionais importantes e que têm estimulado a transferência de indústrias do Sudeste para a região Sul.
d) vários dos novos empreendimentos industriais que estão sendo criados no país tendem a se localizar fora do parque industrial de São Paulo.
e) apesar da guerra fiscal existente entre os estados, os subsídios e estímulos econômicos oferecidos não têm muita influência na opção de localização das empresas.
 
5. (Fatec-SP) A questão está relacionada ao gráfico e às afirmações a seguir.
Brasil: distribuição das indústrias por região (%)

I. Apesar de continuar liderando o setor industrial, o Sudeste tem perdido inúmeros estabelecimentos, que buscam novas áreas.
II. Um dos fatores que explicam a migração de indústrias para outras regiões brasileiras é a chamada guerra fiscal entre os estados.
III. A migração das indústrias para outros centros está relacionada à busca de locais que apresentem sindicatos de trabalhadores bem organizados.
IV. O crescimento industrial das regiões Sul e Centro-Oeste pode ser explicado, em parte, pela proximidade com os nossos parceiros do Mercosul.
V. As indústrias que migram da região Sudeste têm procurado melhores suprimentos de energia e redes de transporte mais eficientes em outras regiões.
A leitura do gráfico e os conhecimentos sobre a economia brasileira permitem afirmar que estão corretas somente as afirmações:
a) I, II e III                              b) I, II e IV                             c) I, III e V              d) II, III e V

6. (Enem) Após a independência, integramo-nos como exportadores de produtos
primários à divisão internacional do trabalho, estruturada ao redor da Grã-Bretanha. O Brasil especializou-se na produção, com braço escravo importado da África, de plantas tropicais para a Europa e a América do Norte.
Isso atrasou o desenvolvimento de nossa economia por pelo menos uns oitenta anos. Éramos um país essencialmente agrícola e tecnicamente atrasado por depender de produtores cativos. Não se poderia confiar a trabalhadores forçados outros instrumentos de produção que os mais toscos e baratos.
O atraso econômico forçou o Brasil a se voltar para fora. Era do exterior que vinham os bens de consumo que fundamentavam um padrão de vida "civilizado", marca que distinguia as classes cultas e "naturalmente" dominantes do povaréu primitivo e miserável. [...] E de fora vinham também os capitais que permitiam iniciar a construção de uma infraestrutura de serviços urbanos, de energia, transportes e comunicações.
(SINGER, Paul. Evolução da economia e vinculação internacional. InSão Paulo: Cia. das Letras, 2001, p.: SACHS, I.; WILLHEIM, J.; PINHEIRO, P. S. (Orgs.). Brasil: um século de transformações.  80.)
Levando-se em consideração as afirmações acima, relativas à estrutura econômica do Brasil por ocasião da independência política (1822), é correto afirmar que o país:
a) se industrializou rapidamente devido ao desenvolvimento alcançado no período colonial.
b) extinguiu a produção colonial baseada na escravidão e fundamentou a produção no trabalho livre.
c) se tornou dependente da economia europeia por realizar tardiamente sua industrialização em relação a outros países.
d) se tornou dependente do capital estrangeiro, que foi introduzido no país sem trazer ganhos para a infraestrutura de serviços urbanos.
e) teve sua industrialização estimulada pela Grã-Bretanha, que investiu capitais em vários setores produtivos.




Impactos Ambientais e a vida sustentável do Planeta 
O assunto mais polêmico da atualidade no mundo é a discussão sobre a vida sustentável do planeta e os impactos ambientais causados pela agropecuária e pela devastação humana.
Nesta quarta-feira, dia 13 de Junho de 2012, depois de 20 anos, muitos países voltaram a se reunir na Conferência Internacional chamada ‘’RIO+20’’, que recebe este nome pelos anos que passaram, a ultima feita foi em 1992.
Conforme a reportagem da Zero Hora, a Presidente Dilma Russeff disse que o Brasil manterá o modelo de sustentabilidade, e que não é correto muda-ló em relação à crise européia.
Na nossa opinião, é incorreto os países se reunirem na Conferência ‘’Rio + 20’’, somente de 20 em 20 anos, com o prol de gerar mídia. E também nem tudo que é tratado nesses eventos é comprido, o que não ajuda a resolver os problemas ambientais do planeta, pois ele é algo crucial para nossa sobrevivência, é o ‘’pulmão’’ da humanidade, ou seja, nossa fonte de vida pode ser destruída a qualquer momento e devemos cuidar dela sempre.

Débora Dalmoro e Débora Franke              Turma: 31 G 


O meio Ambiente nas mãos do Governo
Há, também o problema do desmatamento, que na Amazônia depende do mercado da soja e da carne. A recuperação deste mercado impulsionou a retomada do desmate desta área em 2007. Problema que seria amenizado pela proposta do novo Código Florestal que muitos produtores agrícola relutam em aceitar, de replantar 25% da área utilizada para o plantio.
O ambiente será capaz de suportar o grande desenvolvimento econômico, desde que as pessoas entendam que lucros e tecnologia não servem para nada, se a ideia de desenvolvimento sustentável não sair do papel.
A preocupação com questões ambientais, decididamente, precisa ser maior. As pessoas precisam perceber que a mudança de hábitos tem que acontecer agora, pois já sabemos desse problemas há muito tempo e daqui a alguns anos não teremos mais como reverter os estragos causados ao meio ambiente.
Um estudo realizado pelo Ministério do Meio Ambiente, revelou que 78% da população brasileira não sabe o que é a RIO+20 (Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável). Na ECO92, quando foi realizada a primeira pesquisa, apenas 6% dos brasileiros conheciam o evento. Hoje, são 22%, mas esse ainda é um número muito baixo.
Resenha Crítica de Sacha Pires e Tainá Jonko (TURMA 31C)




O meio ambiente será capaz de suportar tamanho crescimento populacional ?
Com os impactos ambientais que a agricultura causa,provavelmente o ambiente não será capaz de suportar tamanho crescimento populacional.
Além da agricultura causar desmatamento,degradação do solo, os rios também são prejudicados com a sua utilização para a irrigação das plantações,plantações com agrotóxicos que por sua vez são dispensados nos rios logo após a uma chuva.
O novo código florestal está passando por uma reforma. Ele propõe que as áreas devastadas pela agricultura ou algo que possa impactar o meio ambiente de alguma forma, seja reposta em uma grande quantidade. Os agricultores não estão aceitando a proposta, pois eles acham que serão prejudicados financeiramente.
Perante a este código florestal, o governo esta dividido, alguns defendem o código e outros não aceitam. O Rio + 20 , está aí para trazer novas propostas , édias sustentáveis para que todos entram em um acordo para que possamos melhorar a situação do meio ambiente.


Willian Machado e Shayanna Oliveira - Turma: 31H 



Uma nova educação ambiental
Atualmente o crescimento populacional tem aumentado gradativamente, então o meio ambiente não será capaz de acompanhar todo esse desenvolvimento populacional, pois, seus recursos naturais já estão escassos.
Por isso agora em 2012 no Brasil irão se reunir novamente alguns países para que possam serem discutidos assuntos a essa questão mundial. O setor da agropecuária envolve grande importância na discussão, pois, é uma das principais atividades econômicas do Brasil e a que mais tem degradado o meio ambiente. O "Novo Código Florestal Brasileiro", afirma que será necessário reflorestar cerca de 30 milhões de hectares de terras ( os quais já foram desmatados).
O fato é que o Rio+20 deve solucionar o problema que implica em se continuarem desmatando e mesmo assim ainda exista a fome em grande parte do mundo, essa com certeza não é a solução, pois, todo esse ciclo de plantação, desmatamento e degradação do meio ambiente é feito para importação e exportação, e não necessariamente dedicado a resolver o problema que realmente está em evidencia, ou seja, a fome no mundo. Os governos deveriam dar ênfase a uma educação ambiental, para que a preservação vire hábito das pessoas e dar importância e também investir na distribuição correta dos alimentos.
Paola Avila e Leticia Pinheiro 31D


Desigualdades no Brasil
Lá em 1500 quando descoberto, o Brasil já começara a sofrer sérias desigualdades. Quando os portugueses chegaram nas terras baianas expulsando os índios, não faziam ideia que o ato de exclusão social fosse durar tanto tempo.
Os índios, pré-históricos, habitavam tranquilamente em terras brasileiras, até o momento em que "homens selvagens" chegaram:  tomando  posse das terras, trazendo doenças, catequizando  os índios, e por fim, para os índios que não aceitavam tal injustiça: a morte! Isso mesmo, os que não aceitavam, morriam.
Com o objetivo de explorar nossas riquezas naturais, como o ouro e também o Pau-Brasil, trouxeram o ódio, a vergonha e até preconceitos,  achando serem os donos da verdade.
Essa "herança" deixada pelos portugueses vivemos ainda nos atuais dias. Os índios que sobreviveram, hoje são esquecidos pelos donos de Estado; e os atuais índios - aqueles que por algum motivo da vida, não conseguiram se manter na "sociedade padrão" -, também são os principais alvos do sistema, pois para o mesmo, não teriam utilidade alguma como por exemplo, consciência para alimentar o sistema na forma de trabalho.
As desigualdades hoje são muitas, desde o povo que mora na periferia, até os quilombolas do Belo Monte. Enfim, desigualdades que só faz o do nosso país, um dos piores países do mundo, em questão social.
Mas para acabarmos, ou apenas amenizarmos essa dura situação do nosso país, devemos exigir, com rispidez, dos nossos governantes uma melhoria urgente na educação pública. Hoje, o nosso país investe, cerca de 4,7% do PIB (Produto Interno Bruto) na educação pública, sendo que, se compararmos com o Canadá, onde eles investem cerca de 25% do PIB na educação pública, veremos que há algo bastante errado. Ou seja, para termos mais condições de um futuro melhor e assim diminuir o número de desigualdades em nosso país, temos que ter uma educação pública, de fato, de qualidade. Só assim para começarmos a mudar nosso quadro social.
                                                                 (Maurício Fortes, 31A, 16/05/2012)

Colégio Estadual Júlio de Castilhos
Trabalho de Geografia – Profª. Joseli Maia
Nome: _____________________________________________________Turma: _____
Avaliação trimestral, com base no conteúdo ministrado no início do ano letivo. Valor: 2,0

1.       A opção que descreve corretamente a estrutura socioespacial relacionada às figuras é:
a) Figura A: pequena propriedade -- elevada produtividade em decorrência da expansão da fronteira agrícola -- policultura. Figura B: grande propriedade -- monocultura -- trabalho escravo.
b) Figura A: grande propriedade -- relações de trabalho servis -- produtividade elevada devido à aplicação do conhecimento técnico-científico na produção. Figura B: grande propriedade -- monocultura -- trabalho escravo.
c) Figura A: grande propriedade -- monocultura -- produtividade relacionada à incorporação de terras e superexploração do trabalho. Figura B: pequena propriedade -- monocultura -- desmatamento em grandes proporções da Mata Atlântica.
d) Figura A: grande propriedade -- adoção do conhecimento técnico-científico no sistema produtivo -- emprego de mão de obra pouco numerosa e qualificada. Figura B: grande propriedade -- trabalho escravo -- produtividade ligada à superexploração da mão de obra e à expansão da área de produção.
e) Figura A: pequena propriedade -- monocultura -- contaminação dos rios e lençóis freáticos. Figura B: grande propriedade -- predomínio de relações escravocratas -- desaparecimento da floresta de araucária.
2.        (FGV-SP) Observe o gráfico que apresenta os 10 estados brasileiros com maior número de famílias com terras insuficientes para o sustento.
 
A partir da leitura do gráfico é possível afirmar que:
a) as fortes densidades demográficas na zona rural dificultam o acesso à terra e aumentam as dificuldades de subsistência das famílias.
b) nas regiões de ocupação agrícola mais antiga, como o Nordeste, é elevado o contingente de famílias com pouca terra.
c) onde a agricultura apresenta elevados índices de modernização, os pequenos proprietários marginalizam-se, pois ainda utilizam poucos recursos técnicos.
d) a presença de solos de baixa fertilidade associada às baixas taxas de investimentos dificultam o aumento da produção dos pequenos agricultores.
e) as pequenas propriedades rurais são sinônimo de exclusão socioeconômica sobretudo nas áreas próximas aos centros urbanos.

3.       De acordo com a charge a seguir, é observada a produção do espaço geográfico brasileiro como um espaço heterogêneo, distinto, desde a sua ocupação até a atualidade.  Faça uma resenha crítica a respeito dessa desigualdade encontrada no país, como resultado de diversos fatores:  ocupação território brasileiro, diferenças regionais e econômicas.

                     




Exercícios turma 31B (08/05)
1. Cite 2 características:
# Clima Subtropical:
# Clima Equatorial:
# Clima Tropical Litorâneo:
# Clima Semi-árido:

2. Relacione os biomas às suas classificações climáticas:
# Cerrado
# Caatinga
# Mata de Araucárias (ou Floresta Subtropical)
# Floresta Amazônica
# Mangue

3. Destaque 2 características das vegetações do exercício anterior.



Material para próxima aula de GEO:
O Relevo Brasileiro

Situado no centro da placa Sul-Americana, o território brasileiro apresenta relativa estabilidade geológica. Os movimentos orogênicos ocorreram principalmente na Era Pré-Cambriana, levando a formação da Serra do Mar e da Mantiqueira, localizadas na região Sudeste.
O território brasileiro é constituído, basicamente, por grandes maciços cristalinos (36%) e grandes bacias sedimentares (64%). Aproximadamente 93% do território brasileiro apresenta altitudes inferiores a 900 m. Em grande parte as estruturas geológicas são muito antigas, datando da Era Paleozóica à Mesozóica, no caso das bacias sedimentares, e da Era Pré-Cambriana, caso dos maciços cristalinos.
As bacias sedimentares formam-se pelo acúmulo de sedimentos em depressão. É um terreno rico em combustíveis fósseis, como carvão, petróleo, gás natural e xisto betuminoso. Os maciços são mais antigos e rígidos e se caracterizam pela presença de rochas cristalinas, como granitos e gnaisses, e são ricos em riquezas minerais metálicas, como ferro e manganês.
O relevo brasileiro não sofre mais a ação de vulcões e terremotos, agentes internos básicos para a formação de grandes formas estruturais. Porém, os agentes externos, como chuvas, ventos, rios, marés, calor e frio, continuam sua obra de esculpir as formas do relevo. Eventualmente, em determinados pontos do território brasileiro podem-se sentir os reflexos dos tremores de terra ocorridos em alguns pontos distantes, como no Chile e Peru.
Classificações do relevo brasileiro
Três dos geógrafos mais importantes do país realizaram estudos e pesquisas para classificar o relevo brasileiro. Cada um utilizou os recursos disponíveis em cada época desses estudos.
l  Classificação de Arolde de Azevedo: Datado na década de 40, essa classificação empregou termos geomorfológicos para denominar as divisões gerais (planaltos e planícies).
l  Classificação de Aziz Ab'Saber: (1960) Usando outro critério, Ab”Saber utilizou o critério morfoclimático (que explica as formas de relevo pela ação do clima), ampliando a classificação anterior e acrescentando novas unidades ao relevo brasileiro.
l  Classificação de Jurandyr Ross: (1990) As modernas técnicas cartográficas, como o sensoriamento remoto e imagens de satélite, permitiram levantamentos mais detalhados sobre as características geológicas, geomorfológicas, de solo, hidrografia e vegetação do país.
As unidades do relevo brasileiro são:
a) Planaltos: Superfície irregular, mais ou menos planas, nos quais os processos de erosão predominam e superam os de sedimentação. Situam-se acima de 200 m, podendo ultrapassar os dois mil metros. Nas bordas dos planaltos, muitas vezes aparecem escarpas, comumente denominadas de “serras”.
Planalto das Guianas
Ocupando a porção extremo setentrional do país, tem sua maior parte fora do território brasileiro, em terras da Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa. Constituído por rochas cristalinas pré-cambrianas, pode ser dividido em duas porções:
l  Planalto Norte-Amazônico: também chamado de Baixo Platô, apresenta pequenas elevações levemente onduladas, formando uma espécie de continuação das terras baixas da Planície Amazônica.
l  Região Serrana: situada na porção Norte do Planalto, acompanha de perto as fronteiras do Brasil com as Guianas e com a Venezuela. Dominada por dois arcos de escarpas (o Maciço Oriental e o Maciço Ocidental), separados por uma área deprimida e aplainada no noroeste de Roraima. O Maciço Oriental é caracterizado por pequenas altitudes que raramente superam os 600 m, onde se encontram serras como as de Tumucumaque e Açari, enquanto no Maciço Ocidental encontram-se as maiores altitudes absolutas do Brasil, destacando-se na serra do Imeri ou Tapirapecó o pico da Neblina, com 3.014 m de altitude (ponto culminante do país); na fronteira do estado do Amazonas com a Venezuela, o pico 31 de Março, com mais de 3.000 m; e na serra de Pacaraima o monte Roraima, com 2.727 m. Planalto Brasileiro
É uma das mais vastas regiões planálticas do mundo, estendendo- se do sul da Amazônia ao Rio Grande do Sul e de Roraima ao litoral Atlântico. É dominado por terrenos cristalinos amplamente recobertos por sedimentos. Por motivos didáticos e pelas diferenças morfológicas que apresenta, pode-se dividi-lo em três subunidades:
Planalto Central
Abrange uma extensa região do Brasil Central, englobando partes do Norte, Nordeste, Sudeste e principalmente do Centro- Oeste. Apresenta terrenos cristalinos antigos fortemente erodidos e amplamente recobertos por sedimentos paleozóicos e mesozóicos. Além de planaltos cristalinos, destacam-se as chapadas recobertas por sedimentos, como dos Parecis, entre Roraima e Mato Grosso.
Planalto Atlântico ou Planalto Oriental
Estende-se do Nordeste, onde é bastante largo, ao nordeste do Rio Grande do Sul. Pode-se também dividi-lo em duas subunidades distintas:
l  Região das Chapadas no Nordeste: além dos planaltos e serras cristalinas, como o planalto da Borborema e as serras de Baturité, predominam chapadas recobertas por sedimentos, como Diamantina na Bahia, e as de Ibiapaba, entre Ceará e Piauí, Araripe, entre Ceará e Pernambuco, e Apodi, entre Ceará e Rio Grande do Norte.
l  Região Serrana: predominam as terras altas do Sudeste, constituídas por serras cristalinas de terrenos pré-cambrianos. Destacam-se aí as serras do Mar, da Mantiqueira (Caparaó), na divisa entre Minas Gerais e Espírito Santo, onde está localizado o pico da Bandeira com 2.890 m, terceiro ponto mais elevado do Brasil. É nessa região que se encontram as maiores altitudes médias do país, cujo relevo apresenta formas arrendondadas, constituindo o chamado “Mar de Morros” ou “Relevo Mamelonar”, resultado da ação do intemperismo ao longo de milhares de anos.
Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná
Abrange grande parte das terras da região Sul, o centro-oeste de São Paulo, o sul de Minas Gerais e o Triângulo Mineiro, o sul de Goiás e parte leste do Mato Grosso do Sul, correspondendo às terras drenadas pela bacia do rio Paraná. Predominam terrenos sedimentares, assentados sobre o embasamento cristalino, sendo os terrenos mesozóicos associados a rochas vulcânicas, provenientes do derrame de lavas ocorrido nessa era. Essas rochas vulcânicas, em especial o basalto e o diabásio, com o passar do tempo sofreram desagregação pela ação dos agentes erosivos, dando origem a um dos solos mais férteis do Brasil, a chamada “terra roxa”. As áreas onde predominam sedimentos paleozóicos e mesozóicos (arenitos), associados às rochas vulcânicas, constituem uma subunidade do planalto Meridional. Outra subunidade é a Depressão Periférica, uma estreita faixa de terrenos relativamente baixos que predominam arenitos, que se estende de São Paulo a Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul.
Planalto Sul-Riograndense
Ocupa, esquematicamente, a metade sul do Rio Grande do Sul, constituída por sedimentos recentes; apresenta-se plana e suavemente ondulada, recebendo a denominação de Coxilhas.
b) Planícies: áreas pouco acidentadas, mais ou menos planas, geralmente situadas a poucos metros do nível do mar. Nessas áreas, os processos de deposição superam os processos de erosão. Por serem formadas pelo acúmulo contínuo de sedimentos, as planícies são áreas de relevo relativamente recentes. Quanto à situação, as planícies podem ser classificadas em:
# Costeira: situada numa faixa descontínua que se estende desde o Estado do Amapá até a Região Sul.
# Continentais: localizada no interior do país, junto ao leito dos rios. Ex.: Pantanal.
Planície Amazônica
Vasta área de terras baixas e planas que corresponde à Bacia Sedimentar Amazônica, onde se distinguem alongadas faixas de sedimentos paleozóicos que afloram na sua porção centro- oriental, além de predominar arenitos, argilitos e areiasterciárias e quaternárias. Localizada entre o planalto das Guianas ao norte e o Brasileiro ao sul, a planície é estreita a leste, próximo ao litoral do Pará, e alarga-se bastante para o interior na Amazônia Ocidental.
A imensa área de terras planas e baixas (a altitude raramente supera os 200 m) que constitui a planície, quando observada com maior cuidado, demonstra que a suposta homogeneidade é aparente, sendo possível distinguir pelo menos três áreas distintas, que se sucedem a partir das margens dos rios: várzeas, teso e firmes (Baixo Platô – Norte e Tabuleiro – Sul).
Planície do Pantanal
Ocupando quase toda metade oeste do Mato Grosso do Sul e o sudeste do Mato Grosso, a planície do Pantanal se estende para além do território brasileiro, em áreas do Paraguai, Bolívia e extremo norte da Argentina, recebendo nesses países a denominação de “Chaco”. Com terras muito planas e baixas (altitude média de 100 m), o Pantanal se constitui numa grande depressão interior do continente que se inunda largamente no verão.
Os pontos mais elevados da planície, que ficam a salvo das cheias, levam o nome de “cordilheiras”, e as partes mais baixas, “baías” ou “lagos”.
Planície Costeira
Estendendo-se por quase todo o litoral brasileiro, do Pará ao Rio Grande do Sul, é uma área de sedimentos recentes: terciários e quaternários. Em alguns trechos, principalmente no Sul e Sudeste, a planície é interrompida pela proximidade do planalto Atlântico, dando origem às falésias; em alguns pontos surgem as baixadas litorâneas, destacando-se a baixada Capixaba no Espírito Santo, a baixada Fluminense no Rio de Janeiro, as baixadas Santista e de Iguape em São Paulo, a de Paranaguá no Paraná e a de Laguna em Santa Catarina.
É na planície Costeira, ainda, que aparecem as praias, as restingas, os tômbolos, as dunas, os manguezais e lagoas costeiras.

c) Depressões: São áreas rebaixadas, formadas principalmente na Era Cenozóica, por processos erosivos nas bordas das bacias sedimentares. Podem ser:
Depressões Periféricas: Localizadas nos limites entre estruturas sedimentares e cristalinas. Ex.: Depressão Periférica Sul-Riograndense.
Depressões Marginais: esculpidas em estruturas cristalinas, limitam as bordas de bacias sedimentares. Ex.: Depressão Sul-Amazônica.
Depressões interplanálticas: áreas mais baixas que os planaltos que as circundam. Ex.: Depressão Sertaneja e a do São Francisco.




Referências Bibliográficas
Schneeberger, Carlos Alberto. Minimanual compacto de geografia do Brasil : teoria e prática. São Paulo: Rideel, 2003.
ALMEIDA, Lúcia M. A. de. Fronteiras da Globalização. O espaço brasileiro: natureza e trabalho. São Paulo: ed. Ática, 2010.
 




COLÉGIO ESTADUAL ENSINO MÉDIO JÚLIO DE CASTILHOS
TRABALHO DE GEOGRAFIA – 3° ANO
NOME:___________________________________________ ___________  TURMA _______   PROFª.  JOSELI MAIA       
A avaliação é em individual. Escreva as respostas à caneta azul ou preta.                                    BOM TRABALHO!

1)Considerando que um voo partiu de Porto Velho à 1h rumo à São Paulo, com duração de 5h, responda:
A) Qual foi o horário de chegada em São Paulo?
B) Que horas estavam marcando em Porto Velho na chegada à São Paulo?
C) Caso fosse horário de verão em São Paulo, qual seria o horário da chegada?
D) Que horas estavam marcando em Londres na partida e chegada do voo, respectivamente?
E) Caso o horário não fosse alterado, que horas chegaria o voo em São Paulo?
F) Respectivamente, que horas serão nas seguintes cidades, ao mesmo tempo em que o avião partiu de Porto Velho, considerando-se que estão no horário de verão:
#Florianópolis:                    #Fernando de Noronha:             # Recife:
2)Supondo-se que sejam 13 horas do dia 20 em Osaka (135° E), qual a hora e o dia em Curitiba?
A)1 hora do dia 20 B)2 horas do dia 20 C)23 horas do dia 19 D)22 horas do dia 19 E)21 horas do dia 19
3)Nossa viagem começa no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP). A saída será 30/11, as 21 horas rumo a Roma, “a Cidade Eterna”, que fica no fuso horário a 60° leste de São Paulo. A duração da viagem será de 12 horas. Calcule a hora e o dia da chegada usando todos os dados da viagem:
A)37 horas, dia 30/11            B)13 horas, dia 01/12                C)07 horas, dia 01/12          D)05 horas, dia 01/12
4)Considere as afirmativas abaixo:
I – A Terra é dividida em 24 faixas longitudinais, denominadas fusos, estabelecendo-se um horário para cada uma delas;
II - A Terra gira 15 graus a cada hora;
III – Duas cidades situadas no mesmo fuso podem apresentar diferentes condições de insolação no mesmo horário, em função de diferentes latitudes.
Quais são corretas?
A)Apenas I          B)Apenas I e II                   C)Apenas I e III  D)Apenas II e III                E)I, II e III
5)(UFRGS) Sabendo que, num determinado dia e hora, o Sol se encontra sobre o meridiano 45° E Gr, qual será a longitude de um local onde simultaneamente, um relógio marca 5 horas do mesmo dia?
A)60°W                B)40°W                 C)75° ao leste do meridiano de 45° E                        D)5°E                     E)0°
6)(UFRGS) A posição geográfica de Porto Alegre é definida pelas suas coordenadas geográficas 30°S e 51°W Gr. Quando é meio dia local nesta cidade, será meia noite em:
A)Obuchovic (URSS), 51° N e 30°E                B)Eucla (Austrália), 32° S e 129°E              C)Gach Saran ( Irã), 30°N e 51°E
D)Durban ( África do Sul), 30°S e 31°E    E)Um ponto do Pacífico, 129°W e 30°S

7.Considerando-se que seja verão, sabemos que Porto Alegre se encontra no horário de verão. Que horas marcará um relógio na capital gaúcha, quando em Londres forem 13 horas?
A) 11 horas         B) 10 horas         C) 9 horas            D) 11 horas e 30 min       E) 10 horas e 30 min
8. Se em Manaus são 2h do dia 23, que horas e dia serão em:
# POA:                      #Maceió:               #Boa Vista:            #Martim Vaz:       #Campo Grande:                  #Palmas:          #DF:

Respostas Exercícios turma 31B
1. Cite 2 características:
# Clima Subtropical: Invernos rigorosos e verões quentes. Chuvas bem distribuídas ao longo do ano.
# Clima Equatorial: Alta umidade, temperatura elevada, próximo à região equatorial e alto índice pluviométrico.
# Clima Tropical Litorâneo: Alta maritimidade e alta umidade.
# Clima Semi-árido: Baixa umidade, altas temperaturas e baixo índice pluviométrico.

2. Relacione os biomas às suas classificações climáticas:
# Cerrado > Clima Tropical
# Caatinga > Clima Semi-árido
# Mata de Araucárias (ou Floresta Subtropical) > Clima Subtropical
# Floresta Amazônica > Clima Equatorial
# Mangue > Clima Tropical Litorâneo

3. Destaque 2 características das vegetações do exercício anterior.
# Cerrado > Vegetação com raízes profundas, arbustivas, tronco grosso e galhos retorcidos.
# Caatinga > Vegetação esclerófita (espinhosa), xerófita (adaptada à ambienta com pouca água), raízes profundas.
# Mata de Araucárias: Vegetação arbórea, com raízes profundas e folhas aciculifoliadas (com forma de agulha)
# Mangue > Vegetação existente em ambientes localizados entre o mar e o continente, com raízes aéreas, expostas e entrelaçadas.

GABARITO: A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
1. C  2. D  3. E  4.D  5.  6.